Maria de Fátima Morethy Couto. “Entre galerias, salões e bienais: Sergio Camargo e a recepção de seus relevos abstratos na Europa (anos 1960)”. In: Renata Zago (org.). História(s) de exposições: perspectivas e trajetórias. Juiz de Fora: Editora UFJF, 2021. Recurso eletrônico (1 arquivo, 2,5 MB).
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Maria de Fátima Morethy Couto. “Entre galerias, salões e bienais: Sergio Camargo e a recepção de seus relevos abstratos na Europa (anos 1960)”. In: Renata Zago (org.). História(s) de exposições: perspectivas e trajetórias. Juiz de Fora: Editora UFJF, 2021. Recurso eletrônico (1 arquivo, 2,5 MB).
O escultor brasileiro Sergio Camargo (1930-1990) residiu na França em duas ocasiões distintas e ambas foram determinantes em sua carreira. Na primeira, entre 1948 e 1954, entrou em contato com o trabalho de artistas que seriam de grande importância para a formação de sua poética pessoal, como Henri Laurens, Hans Arp e Constantin Brancusi. Na segunda, entre 1961 e 1974, participou ativamente do circuito artístico europeu, conquistando prêmios e fiéis admiradores e figurando em diferentes mostras coletivas de relevo, Dos muitos artistas brasileiros residentes na Europa na década de 1960, talvez Camargo tenha sido aquele cujo trabalho encontrou maior receptividade de crítica e de público. Este capítulo trata de discutir a recepção de seus relevos abstratos na Europa do período.